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Ruy Castro, head da Seal Networks.

A Seal Networksanunciou um reposicionamento estratégico e passa a atuar como integradora de infraestrutura tecnológica completa, ampliando sua operação além das redes corporativas sem fio. A mudança inclui expansão do portfólio e atuação estruturada em três frentes: infraestrutura de rede, cibersegurança e datacenter.

A iniciativa acompanha a crescente demanda das empresas por ambientes tecnológicos mais integrados, impulsionados pela digitalização, pela adoção de arquiteturas híbridas e pela expansão do uso de inteligência artificial e computação em nuvem.

Segundo a companhia, o novo posicionamento busca consolidar a unidade como uma integradora no modelo one-stop-shop, concentrando em um único parceiro atividades que vão do diagnóstico até implementação e sustentação da infraestrutura tecnológica corporativa.

“A evolução da Seal Networks acompanha a transformação do próprio conceito de infraestrutura dentro das empresas. Hoje, conectividade, segurança e capacidade computacional são indissociáveis. Nosso papel passa a ser o de integrar todos esses elementos, garantindo performance, resiliência e proteção em toda a operação”, afirma Ruy Castro, vice-presidente de vendas da Seal Sistemase head da Seal Networks.

O movimento ocorre em um cenário de expansão dos investimentos em tecnologia na América Latina. Segundo projeções citadas pela empresa, o mercado de TI empresarial da região deve crescer entre 11% e 13% ao ano até 2027, impulsionado principalmente por cloud, inteligência artificial e modernização da infraestrutura digital.

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No Brasil, o setor de TI movimenta mais de R$ 350 bilhões anuais, podendo chegar a cerca de R$ 500 bilhões quando considerado o mercado de TIC. Em escala global, os investimentos em tecnologia já ultrapassam US$ 5 trilhões, com destaque para infraestrutura, computação em nuvem e cibersegurança.

Criada originalmente com foco em redes Wi-Fi corporativas, a Seal Networks ampliou gradualmente sua atuação nos últimos anos para ambientes cabeados, operações em campo e arquiteturas híbridas. Segundo a empresa, a expansão ganhou força a partir de 2018, quando a conectividade passou a ser tratada como parte central das estratégias de segurança e gestão de dados das organizações.

Com o novo modelo, a companhia passa a oferecer soluções integradas que incluem conectividade cabeada e sem fio, cibersegurança em múltiplas camadas e infraestrutura de datacenter voltada tanto para ambientes locais quanto cloud e híbridos.

A estratégia também envolve fortalecimento de parcerias com fornecedores globais como HPEe Check Point, com foco em projetos adaptados ao nível de maturidade tecnológica de cada cliente.

“Nosso objetivo é garantir que empresas e colaboradores estejam protegidos e operando com eficiência, independentemente do modelo adotado — seja em nuvem, híbrido ou local. Isso passa por entender exatamente onde estão as vulnerabilidades e como endereçá-las de forma estruturada, sempre respeitando o estágio de cada organização”, complementa Castro.

Segundo a companhia, o reposicionamento já está sendo implementado ao longo de 2026 e será oficialmente apresentado ao mercado durante o Seal Summit, evento promovido pela empresa para clientes e parceiros.

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