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Dois militares em trajes de camuflagem estão sentados em frente a estações de trabalho com computadores, operando sistemas de monitoramento ou vigilância. Ao fundo, uma grande tela exibe uma imagem aérea em tons de azul, possivelmente de um drone ou satélite, e parte da bandeira dos Estados Unidos é visível no canto direito. A cena sugere um ambiente de operações militares de alta tecnologia, com ênfase em vigilância ou controle remoto. (Meta) (OpenAI)

O Vale do Silício agora faz parte, oficialmente, da estratégia militar dos Estados Unidos. Executivos de alto escalão de empresas como Palantir, Meta e OpenAI estão assumindo funções na reserva do Exército americano. O movimento é resultado de um programa lançado em outubro do ano passado pelo Departamento de Defesa dos EUA, que abriu vagas específicas na reserva militar para atrair talentos do setor de tecnologia.

A proposta é levar para dentro das Forças Armadas a expertise de quem lidera o desenvolvimento das tecnologias que estão moldando o presente e, principalmente, o futuro. Esses profissionais atuarão em projetos pontuais e de curta duração, com foco em áreas consideradas críticas, como dados, inteligência artificial e cibersegurança.

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Oito meses depois do anúncio, a primeira turma do programa inclui nomes como Andrew Bosworth, CTO da Meta, e Shyam Sankar, CTO da Palantir, estão entre os que aceitaram o convite. A OpenAI também participa, com dois de seus principais executivos: Kevin Weil, chief product officer, e Bob McGrew, chief research officer.

Para além do simbolismo, a iniciativa traduz uma mudança concreta na lógica de defesa dos Estados Unidos. Ao incorporar lideranças da tecnologia, o Exército americano reconhece que os campos de batalha do futuro passam, cada vez mais, pelo domínio da informação, pela supremacia em inteligência artificial e pela capacidade de se proteger e atacar no mundo cibernético.

Os executivos não deixam seus cargos nas empresas privadas. Eles atuam na reserva em regime de meio período, sendo mobilizados conforme a necessidade, para projetos específicos que exigem conhecimento altamente especializado.

Segundo apurou o Wall Street Journal, essa aproximação entre as big techs e as Forças Armadas reflete o avanço da competição tecnológica e geopolítica, especialmente entre Estados Unidos e China. IA, dados e cibersegurança já não são apenas motores da economia, são ativos centrais de soberania e segurança nacional.

*com informações do TechCrunch

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