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Musk e Altman

Um tribunal federal dos Estados Unidos rejeitou, nesta terça-feira (13), a solicitação de Elon Musk para encerrar as acusações feitas pela OpenAI de que o empresário teria conduzido uma “campanha de assédio de anos” contra a companhia que ajudou a fundar em 2015 e da qual se afastou antes do lançamento do ChatGPT.

A juíza distrital, Yvonne Gonzalez Rogers, decidiu que Musk deverá responder às alegações de que, por meio de declarações à imprensa, postagens em redes sociais, ações judiciais e até uma “oferta simulada” para adquirir ativos da OpenAI, teria buscado prejudicar a empresa.

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A Reuters indicou que o embate judicial começou no ano passado, quando Musk processou a OpenAI e seu CEO, Sam Altman, acusando-os de transformar a organização sem fins lucrativos em uma empresa com fins lucrativos e de se afastar do objetivo inicial de desenvolver IA para benefício da humanidade.

Em abril, a OpenAI apresentou uma ação de retorno, acusando Musk de práticas comerciais fraudulentas sob a legislação da Califórnia. O bilionário pediu que as contraclaims fossem arquivadas ou adiadas, mas a OpenAI defendeu que o processo deveria prosseguir. Em maio, a empresa já havia argumentado que não havia razão para suspender o caso, e a decisão desta semana confirmou que as acusações têm base legal suficiente para avançar.

O julgamento com júri está previsto para a primavera de 2026, prolongando a disputa pública e judicial entre Musk e a OpenAI, uma rivalidade que espelha a crescente competição no setor de inteligência artificial.

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