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A imagem mostra uma pessoa segurando um smartphone enquanto toca na tela com o outro dedo. Diversos ícones vermelhos de alerta com pontos de exclamação aparecem sobrepostos à cena, simbolizando um aviso ou risco relacionado ao uso do dispositivo. O fundo escuro e desfocado destaca a interação e transmite uma sensação de preocupação ou atenção necessária, sugerindo um possível problema de segurança digital, golpe ou notificação de erro (avisamos, ataques, golpes, Brasil, Gartner)

Um levantamento inédito da plataforma jurídica Jusbrasil divulgado recentemente revela um aumento expressivo da presença de golpes digitais entre processos movidos na justiça brasileira. Foram 129 mil decisões que mencionam expressamente algum tipo de golpe entre 2010 e agosto de 2025, incluindo o “golpe do WhatsApp”, “do pix” e da “falsa central de atendimento.

Segundo a empresa, os dados indicam avanço das fraudes no ambiente digital no Brasil, e consequente impacto no Poder Judiciário. Para os autores, o aumento dessas fraudes indica uma intensificação da judicialização de conflitos decorrentes de crimes digitais, com discussões sobre responsabilidade civil de instituições financeiras e fornecedores de serviços.

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A análise aponta aumento consistente no volume de decisões ao longo dos anos, com destaque para golpes que envolvem engenharia social e uso de canais digitais. Os tribunais com maior número de decisões relacionadas são o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), de Minas Gerais (TJMG), do Paraná (TJPR), do Rio de Janeiro (TJRJ) e do Mato Grosso do Sul (TJMS).

Entre os golpes mais mencionados nas decisões judiciais, cinco modalidades concentram a maior parte dos registros: o golpe do falso motoboy (26.908 decisões), o golpe do boleto (24.930), o golpe do WhatsApp (16.640), o golpe do PIX (13.979) e o golpe da falsa central de atendimento (10.608).

Segundo a Jusbrasil, os dados indicam uma escalada nas fraudes associadas a transferências instantâneas e à simulação de atendimento bancário. O golpe do PIX, por exemplo, saltou de 56 decisões em 2021 para 6.491 em 2024, enquanto o da falsa central de atendimento passou de duas decisões em 2020 para 5.259 em 2024.

O levantamento também identificou golpes baseados em manipulação emocional, como o “bença, tia!”, que explora vínculos familiares para induzir vítimas, especialmente idosos, a realizar transferências bancárias com falsa urgência.

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