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Cooperação e coordenação são peças- chave para ecossistemas de inovação

By novembro 15th, 2025No Comments
Fabrício Forest, Diretor de Atração de Investimentos e Promoção Comercial da Invest RS; Fernando Jardim, Ecosystem Developer na Startup Genome, Presidente na 351 Associação Portuguesa de Startups & Portugal Tech Week; Maurizio Calcopietro, Managing Partner da COREangels Atlantic e SportsTech; e Lais Kikuchi, partner no Institute for Tomorrow, em painel no café da manhã realizado pela Invest RS durante o Web Summit Lisboa 2025
Fabrício Forest, Diretor de Atração de Investimentos e Promoção Comercial da Invest RS; Fernando Jardim, Ecosystem Developer na Startup Genome, Presidente na 351 Associação Portuguesa de Startups & Portugal Tech Week; Maurizio Calcopietro, Managing Partner da COREangels Atlantic e SportsTech; e Lais Kikuchi, partner no Institute for Tomorrow, em painel no café da manhã realizado pela Invest RS durante o Web Summit Lisboa 2025 (Foto: Divulgação)

A construção de um ambiente de inovação robusto e atrativo para investidores depende da colaboração e da integração de diferentes players, com visão estratégica de longo prazo. Esse foi o tom da conversa durante o café da manhã realizado ontem (13) pela Invest RS durante o Web Summit em Lisboa. O encontro reuniu fundadores, investidores e lideranças do ecossistema.

“Podem existir várias políticas públicas, podem existir vários incentivos. Mas se a gente não colocar a galera em uma sala e falar vamos construir um ecossistema empreendedor e está aqui cada pecinha que precisa. Isso não acontece”, destacou Fernando, Jardim, ecossystem developer da Startup Genome e presidente da 351 Acossicação Portuguesa de Startups. Como exemplo dessa mobilização ele citou a rápida reconstrução do Instituto Caldeira, em Porto Alegre, após as chuvas que assolaram o estado no começo do ano passado. “Ali se viu o esforço do que é uma comunidade unida. Das corporates, do governo, dos empreendedores”, pontuou.

Ele também comentou o caso da cidade de Londres, que criou incentivos para startups nascentes, mas não olhou para os negócios que já estavam estabelecidos, o que causou distorções no mercado.

Nesse contexto, o papel da Invest RS, foi destacado como um movimento importante. Criada há um ano, a agência de desenvolvimento do estado nasceu como um ponto de conexão único, uma engrenagem que faz a máquina andar de forma rápida e eficiente, ligando empresas ao setor público, e também entre elas. “E com visão de longo prazo”, acrescentou Fabricio Forest, diretor de atração de investimentos e atração comercial da Invest RS.

Um dos resultados do trabalho da agência até o momento foi a criação de um documento com oportunidades disponíveis no estado. Com 222 páginas, ele pode ser baixado aqui.

Ecossistema AI native

Na agenda global, a migração acelerada de recursos para startups nativas de inteligência artificial surgiu como um chamado para a ação. Segundo Fernando, 70% de todo o investimento em startups migrou para as companhias que têm a IA no centro de suas atividades usando técnicas avançados como visão computacional, e deep tech – não as que só embalam modelos de terceiros. “Se os ecossistemas não tiverem essas startups disponíveis, o que vai acontecer é que daqui a cinco anos o gap entre esses ecossistemas e os Estados Unidos e a China vai ser muito maior”, alertou. De acordo com ele, no Vale do Silício, mais de um terço das startups já são nativas de IA.

Fabricio citou como o estado do Rio Grande do Sul está bem-posicionado nesse sentido por contar com 160 centro de desenvolvimento de tecnologia (ICTs), 24 parques tecnológicos e 67 incubadoras de empresas. Ele também citou existência de uma indústria de semicondutores, com quatro das nove companhias que operam no Brasil atuando no estado.

Outro ponto destacado por ele foi a disponibilidade de energia elétrica para instalação e expansão de uma das estruturas mais demandas no mundo atualmente: os centros de dados. “Temos a maior capacidade remanescente do país”, apresentou. Fabricio ainda brincou que, enquanto a China não vai à Lua buscar o componente Hélio-3 para avançar o desenvolvimento da fusão nuclear, o Rio Grande do Sul tem capacidade para atender a demanda.

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