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Uma pessoa segura um cartão de crédito diante de um laptop. Ao redor, flutuam ícones digitais representando temas financeiros e tributária, como uma folha com a palavra"TAX", uma casa, uma calculadora, gráficos, um banco e figuras humanas. O elemento central da composição é a palavra"TAX", destacada no meio da imagem, sugerindo foco em impostos ou planejamento financeiro digital.

A Reforma Tributária brasileira criará um cenário de dupla complexidade para as empresas do país. Entre 2026 e 2032, o Brasil conviverá com dois modelos tributários paralelamente, exigindo das organizações uma reestruturação tecnológica para garantir conformidade e eficiência operacional.

A transição representa um dos períodos mais desafiadores já vividos pelas empresas brasileiras, segundo especialistas do setor. Fagner Souza, gerente jurídico da SIS Innov & Tech, aponta que companhias de menor porte sentirão esse impacto de forma ainda mais intensa.

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“A equipe, que geralmente já é reduzida, enfrentará sobrecarga ao gerenciar os sistemas ao mesmo tempo, enquanto setores como indústria, varejo e logística, com cadeias produtivas extensas, precisarão investir em tecnologias robustas para assegurar a conformidade”, explica. O especialista aponta ainda os principais desafios tecnológicos das companhias, eles incluem:

  • Necessidade de auditoria e classificação fiscal em tempo real
    A correta apuração de créditos dependerá da classificação precisa e auditável das operações, sob pena de perdas financeiras imediatas.
  • Rastreabilidade e governança de dados em toda a cadeia
    A nova lógica tributária exige total controle e transparência sobre os dados fiscais, com rastreamento desde a origem até o destino da operação.
  • Automação de processos e integração entre sistemas e áreas
    Para lidar com a complexidade da transição, será fundamental automatizar rotinas e garantir comunicação fluida entre áreas e plataformas tecnológicas.

Para enfrentar essa transformação, o primeiro passo seria entender os conceitos centrais da reforma e como eles impactam o negócio. Em seguida, tornar fundamental conhecer os prazos da transição e avaliar se os sistemas atuais estão preparados para a nova lógica de apuração.

Neste contexto, os fornecedores de software fiscal assumem papel estratégico. Além de fornecer ferramentas com alta capacidade de parametrização e usabilidade, deverão atuar como consultores, apoiando seus clientes na transição para o novo modelo. “A reforma cria um ambiente fértil para inovação. Soluções com inteligência artificial, RPA, machine learning e APIs terão papel fundamental”, conclui Souza.

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