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Um homem de fato escuro fala ao microfone em frente a uma parede branca com a inscrição parcial"of Work". Atrás dele, há um monitor a exibir imagens de câmaras de vigilância ou transmissão de uma reunião. O ambiente sugere uma apresentação ou conferência empresarial sobre o futuro do trabalho. tecnologia

Para 88% dos brasileiros, a tecnologia é vista como um facilitador positivo na melhora do equilíbrio entre vida profissional e pessoal. É o que revela o Work Relationship Index 2025, estudo global da HP que aborda a evolução da relação entre trabalho, pessoas e tecnologia.

No entanto, o acesso a tecnologia (principalmente a IA) e infraestrutura adequada é desigual entre os níveis de trabalhadores. No Brasil, a pesquisa ouviu 1.300 profissionais: trabalhadores do conhecimento (analistas, especialistas e consultores), tomadores de decisão na área de TI e lideranças de negócio, entre janeiro e dezembro de 2025.

Enquanto 59% dos tomadores de decisão de TI são usuários diários de ferramentas de IA fornecidas pelo trabalho; e 56% das lideranças de negócios também têm esse acesso, apenas 30% dos trabalhadores intelectuais usam diariamente esses recursos. O relatório aponta também que o uso frequente de IA está associado a relações mais saudáveis: 44% dos profissionais na “Zona Saudável” (que têm uma boa relação com o trabalho) utilizam a ferramenta diariamente, contra 21% na “Zona Crítica” (que não têm essa boa relação).

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Além da diferença na frequência de uso diário entre líderes e subordinados, o estudo apontou um declínio nos esforços em treinamento; em 2025, 67% dos trabalhadores intelectuais afirmam que suas empresas oferecem treinamentos adequados para o uso de IA, contra 79% na edição anterior.

Insatisfação com o trabalho cresce no Brasil

O estudo também mostra que a maioria dos profissionais brasileiros não tem uma relação saudável com o trabalho. Na verdade, a insatisfação tem crescido nos últimos anos. De 2024 para 2025 cresceu 9 pontos percentuais o número de trabalhadores na Zona Crítica: 34% estão nessa categoria. Segundo a pesquisa, isso reflete uma situação de burnout contínuo e fragilidade emocional.

Para 71% dos respondentes, as exigências e expectativas aumentaram, enquanto a valorização do trabalho caiu. Já 39% dos trabalhadores no País sentem que a empresa prioriza o lucro em detrimento das pessoas.

Na Zona Saudável, não houve mudanças em relação a 2024 (são 29%), enquanto 37% dos profissionais se enquadram na Zona de Atenção, uma redução de 8 pontos em relação a 2024.

“Os dados mostram que a tecnologia cumprirá um papel fundamental em expandir o potencial das pessoas e já redefine a relação das pessoas com o trabalho. A tecnologia avançou, a IA já é uma realidade para 90% dos trabalhadores, mas a gestão humana precisa acompanhar esse ritmo”, afirma Ricardo Kamel, diretor-geralda HPno Brasil.

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