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Imagem conceitual com fundo em tom azul-claro, apresentando, no centro, duas mãos estendidas uma em direção à outra: à esquerda, uma mão humana com manga de traje escuro; à direita, uma mão robótica branca com articulações mecânicas visíveis. Entre as duas mãos, há um conjunto de elementos gráficos flutuantes que lembram uma interface digital. No centro, aparece um quadro iluminado em tom alaranjado com o texto “ZERO TRUST” em letras maiúsculas. Ao redor desse elemento central, estão distribuídos ícones relacionados à segurança digital e tecnologia, como: um cadeado sobre um laptop, um cadeado dentro de uma nuvem, um símbolo de alerta, um ícone de conexão sem fio, um documento com marcações de verificação. As duas mãos tocam ou apontam simultaneamente para o quadro central, sugerindo interação entre humano e tecnologia. A composição é limpa e organizada, com destaque para os elementos digitais translúcidos e o brilho suave ao redor do texto principal, reforçando o tema de cibersegurança e proteção de dados.

A inteligência artificial (IA) agêntica tornou-se uma das prioridades das empresas em 2026, mas a maioria das organizações ainda está distante de capturar os benefícios prometidos pela tecnologia. A avaliação é da Forrester, que analisou o estágio atual de adoção dos agentes autônomos no ambiente corporativo.

Segundo a consultoria, muitas companhias estão acelerando investimentos em agentes capazes de executar tarefas de forma independente, porém enfrentam dificuldades para transformar experimentos em operações escaláveis e seguras.

A preocupação não está apenas na implementação tecnológica. Questões ligadas à governança, identidade digital e controle de privilégios surgem como obstáculos relevantes para ampliar o uso desses sistemas.

Segurança se torna fator decisivo para expansão dos agentes

A pesquisa da Forrester identificou que 49% dos líderes de segurança consideram a IA agêntica uma preocupação relevante para suas organizações.

O motivo é que agentes autônomos operam continuamente, tomam decisões e interagem com múltiplos sistemas, ampliando a complexidade de monitoramento e controle.

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De acordo com a consultoria, os riscos associados a agentes inteligentes não representam apenas uma evolução das ameaças já conhecidas, mas introduzem novas categorias de vulnerabilidades. Entre elas estão problemas relacionados à identidade de agentes digitais, escalonamento de privilégios e execução de ações em ambientes que extrapolam a supervisão humana direta.

Nesse cenário, a recomendação é que as empresas avancem simultaneamente em arquitetura, governança e segurança antes de expandirem iniciativas de IA agêntica para processos críticos do negócio.

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